Mares do Levante

2012-2016


By the end of 2010 I was beginning to fragment the landscape representation in order to achieve suggestions of time and narrative in the image. This series comes straight from the experiences made in the Mobiles series, where I fragmented the horizon in the same seascape. In these drawings, I raised the skyline up to the top on the right part; in fact, on some drawings, there is no skyline at all on the right side. However, the double image always share the same foreground. This allows me to display a extended narrative of the seascape on the right; and on the left I have more sky and clouds. From the same shared foreground the two images will deal with different feelings of time and space. The last works of the series (Dunas/Mar do levante and the triptych) took me directly to the drawings of the Large polyptychs, with the landscapes of sea and land vibrating at the same frequency.

Mares do Levante

2012-2016


No final de 2010, eu comecei a fragmentar a representação da paisagem para conseguir sugestões de tempo e narrativa na imagem. Esta série é uma consequência direta das experiências feitas na série dos Mobiles, ao fragmentar o horizonte na mesma paisagem marítima. Nestes desenhos, eu elevei o horizonte até o topo na parte direita; de fato, em alguns desenhos, não há nenhum horizonte no lado direito. No entanto, a imagem dupla sempre compartilha o mesmo primeiro plano. Isso me permite uma narrativa mais extensa do desenho do mar à direita; à esquerda, tenho mais céu e nuvens. Do mesmo primeiro plano compartilhado, as duas imagens vão lidar com diferentes sensações de tempo e espaço. Os últimos trabalhos da série (Dunas/Mar do levante e o tríptico) levaram-me diretamente aos desenhos dos Grandes polípticos com as paisagens de mar e terra vibrando numa mesma frequência.